[Divulgando]
Feira EducationUSA será realizada pela primeira vez em Pernambuco
Da assessoria do evento
Na próxima quinta-feira (23), será realizada no Recife a primeira edição da Feira EducationUSA, única feira exclusiva para estudos nos Estados Unidos. O evento vai reunir representantes de mais de 29 universidades americanas, além da Embaixada e do Consulado dos Estados Unidos. O evento acontecerá no Hotel Transamérica Prestige, das 17h às 20h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do EducationUSA Brasil. Universidades como University of California San Diego, Florida StateUniversity, New York University, University of Colorado Boulder e muitas outras instituições irão expor programas que incluem cursos de graduação, pós-graduação (mestrado e doutorado) e inglês intensivo.
Segundo a coordenadora do EducationUSA Recife/ABA Global Career Center, Danyelle Marina, o objetivo é oferecer aos interessados de toda a Região Nordeste a oportunidade de conversar diretamente com esses representantes sobre o processo de admissão nestas universidades, como funciona a vida acadêmica de cada uma delas e começar a organizar o plano de estudar no exterior. A feira já acontece faz mais de dez anos no Rio, São Paulo e Brasília, onde, todo ano, atrai mais de 5 mil estudantes. A iniciativa de realizar o evento em Pernambuco é do Escritório EducationUSA/ABA Global Career Center.
BOLSAS DE ESTUDOS – Além de expositores, a Feira EducationUSA terá uma programação de palestras sobre o Ciência sem Fronteiras (com representante da Laspau), programa do governo brasileiro que oferece bolsas de graduação e doutorado no exterior para brasileiros, além de palestras com representantes do consulado americano sobre como tirar o visto de estudante. O Circuito Brasileiro de Feiras EducationUSA vai passar ainda por Belo Horizonte (22 de abril), Fortaleza (25 de abril), Belém (27 de abril) e Campinas (30 de abril).
Danyelle Marina ressalta que a Feira EducationUSA chega ao Recife num momento em que cada vez mais estudantes brasileiros pleiteiam vagas em faculdades fora do país. A coordenadora, que é a orientadora do EducationUSA no Estado e prepara as pessoas interessadas em estudar nos EUA, considera que atualmente mais e mais alunos têm buscado diversificar suas oportunidades e sonhar alto, inscrevendo-se para universidades que são referência no mundo.
No ano letivo 2013/2014, havia 5.097 brasileiros fazendo graduação completa nos Estados Unidos – um crescimento de 9% em relação ao ano anterior, segundo o Instituto de Educação Internacional. Considerando ainda intercâmbios, cursos de especialização e pós-graduação, a presença brasileira em ambientes de ensino americanos teve aumento de 22%, inferior apenas ao do Kuwait (43%).
Mais informações
EducationUSA
(81) 3427.8822/8823
Fonte: Ascom-UFPE
Thursday, April 16, 2015
Sunday, January 25, 2015
Escola de Idiomas Paula Frassinetti (FAFIRE) abre inscrições
Artigo postado no próprio site da instituição:
Escola de Idiomas Paula Frassinetti
Estão abertas as inscrições para os cursos da Escola de Idiomas Paula Frassinetti, localizada na Fafire. Para a próxima entrada, a escola oferece cursos de Inglês, Espanhol, Italiano e Francês, nos níveis iniciante, intermediário e avançado. Além disso, estão sendo ofertados cursos específicos, voltados para vários públicos: para quem quer se preparar para concursos e vestibulares, para professores que buscam atualização, para quem deseja certificação internacional, para adolescentes, para a melhor idade e para o público em geral que deseja aprender um idioma.
Para um aprendizado ideal, as turmas possuem vagas limitadas. Além de disponibilizar ensino de línguas estrangeiras, o local também proporciona aos estudantes um intercâmbio linguístico-cultural entre a comunidade brasileira e as demais nacionalidades, por meio de palestras, workshops, video-sessions e outras atividades.
Interessados em obter mais informações devem ligar para o 2122-3500 - ramal 3621/3576, ou comparecer à coordenação, localizada no segundo andar da faculdade.
Fonte: www.fafire.br/
Núcleo de Línguas e Culturas da UFPE abre inscrições
O Núcleo de Línguas e Culturas da Universidade Federal de Pernambuco (NLC) está com inscrições abertas para cursos de idiomas. São oferecidos cursos de inglês, francês, espanhol, italiano e alemão. As vagas são limitadas e abertas a alunos, servidores da UFPE e também ao público extra-universitário. O valor da semestralidade vai ser atualizado, mas estima-se que fique por volta dos R$400.
Para inscrever-se, acesse https://www.ufpe.br/nlc/index.php/inscricoes
Para maiores informações, acesse https://www.ufpe.br/nlc/
Para inscrever-se, acesse https://www.ufpe.br/nlc/index.php/inscricoes
Para maiores informações, acesse https://www.ufpe.br/nlc/
Wednesday, January 21, 2015
[Certificação] TCF Québec (Test de connaissance du français Québec)
Olá, pessoal! Espero que tudo esteja indo bem com vocês nesse começo de 2015.
Passei a metade da manhã de hoje fazendo a prova do exame de proficiência TCF - Test de connaissance du français. Como já venho há bastante tempo namorando a possibilidade de imigrar para o Canadá, ou melhor, para o Québec, decidi testar meu francês na modalidade específica chamada TCF Québec, além de querer saber onde realmente está meu nível de francês de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas. Já faz bastante tempo que não faço mais curso de francês e venho dedicando algumas poucas horas diárias à língua de Molière e de tantos outros. Alguns amigos me diziam que estava no B2 (pelo menos na produção oral), e decidi tirar a prova real para saber se tinha regredido muito ou não (é algo inevitável quando se trata de aprender várias línguas estrangeiras. É impossível não perder a fluência ou vocabulário quando não se utiliza o idioma de forma ativa todos os dias).
Há um centro aplicador da prova aqui na minha cidade, a Aliança Francesa Recife e a modalidade TCF Québec é aplicada uma vez por mês, ao contrário do DELF, que só é aplicado uma vez por semestre.
A prova essencialmente é constituída de duas partes: a compreensão auditiva e a expressão oral, mas também pode-se pagar alguns reais a mais e também fazer a compreensão escrita (interpretação textual). A lógica é simples: quanto mais habilidades linguísticas forem testadas (e seu bom desempenho nelas), mais pontos você terá para somar ao seu dossiê. Foi o que eu fiz.
Aqui vou narrar a minha aventura nas três partes. Vejo que, geralmente, os poliglotas que vemos por aí na Internet não costumam falar de seus insucessos, exaltando apenas os êxitos. Entretanto, jamais ousei dizer que sou hiperfluente em todos os idiomas, que tenho nível nativo etc., e, portanto, acho saudável também falarmos de nossas escorregadas, até mesmo para servir de exemplo aos que estão começando só agora a jornada rumo à aprendizagem de língua(s) ou que ainda não fizeram o teste de proficiência em questão. Isso só causaria expectativas irreais a meu respeito, cobranças etc.
Vamos lá?
A compreensão auditiva tem 29 questões, assim como a escrita. Essa etapa da prova dura 25 minutos. Você recebe um gabarito e um livrinho com as opções de resposta de A a D (ou de A a E, não lembro bem). As gravações começam simples e o nível de dificuldade vai aumentando. A primeira questão, por exemplo, tem uma imagem de uma menininha entregando um presente para a mãe e você tem que escolher qual das locuções se refere à imagem. Você ouve diálogos não muito longos. Há sempre uma pergunta no final de cada gravação, e é aí que você deve ler as opções no caderninho para marcar o quadradinho correspondente no gabarito. Como o exame é na modalidade Québec, há algumas poucas gravações em que o sotaque é quebequense. Contudo, grande parte dos locutores falam em francês europeu (França). Apesar de estar mais acostumado ao sotaque europeu, nessas férias dediquei-me quase exclusivamente ao sotaque quebequense da Radio Canada. Não foi uma boa escolha. Tive muita dificuldade de conseguir me acostumar a ele, e talvez tenha perdido um pouco de familiaridade com o europeu.
Dica: Concentre-se majoritariamente a acostumar-se com o standard do francês europeu e ouça muitas gravações em francês desde diálogos no dia a dia a conversas telefônicas, ouvintes ligando para rádio etc. Contudo, não ignore o quebequense por completo.
Já a segunda etapa foi a da compreensão escrita e tem 25 questões. Aqui, você tem que correr contra o tempo. Os textos começam bem simples, desde interpretar para quem ou porque um bilhete ou carta foi escrito, até textos bem longuinhos de propagandas, anúncios, nota de opinião etc. Sempre, é claro, lendo as alternativas no caderninho e assinalando o quadradinho correspondente na folha do gabarito. É aqui que se faz necessária a competência em gêneros linguísticos em língua estrangeira, noções de função de linguagem etc. Se ler em francês fosse algo que eu fizesse todos os dias, talvez não teria tido problemas.
Achei o espaço de tempo curto para cada questão, mas consegui terminar a tempo, faltando poucos minutos para o término da sessão.
ATENÇÃO: A folha do gabarito NÃO vem com o seu nome. Eu quase entregei o gabarito sem minhas informações pessoais preenchidas. Ainda bem que ela me sinalizou antes de receber.
Dica: Leia MUITO! A palavra-chave aqui é AMPLIAÇÃO DE VOCABULÁRIO. Familiarize-se com os diversos gêneros textuais em francês.
Já a terceira e última parte que fiz foi a de expressão oral. A aplicadora da prova vai chamar você para uma sala e, antes de iniciar a prova, perguntará se você já sabe como funcionará aquela etapa, que se divide em três partes, para só então iniciar a sessão. Tudo é gravado e creio que eles mandem para uma comissão julgadoradecidir seu destino.
A primeira parte consiste em você se apresentar, falar de si, de suas paixões e gostos. Enfim, quem você é. Dura aproximadamente 4 minutos. Já na segunda parte desta etapa você tem que formular o máximo de questões possíveis sobre o Québec, a fim de entrevistar a aplicadora. Não tem tema definido, mas há sugestões (paisagens, cultura, cozinha quebequense etc.). Ela te dará alguns minutos (uns 5 minutos, se não me falha a memória) e depois pedirá que você faça as perguntas. Contudo, não se iluda! Ela vai responder de forma bem simples, não se prolongando muito. O objetivo aqui é você fazer o maior número de perguntas possíveis. Caí na besteira de escrever pergunta por pergunta na folhinha, perdendo, assim, bastante tempo pra pensar em várias outras perguntas. Creio que teria economizado tempo se tivesse anotado apenas os tópicos e utilizado a folha apenas para me guiar. Ainda assim, fiz várias outras perguntas que me vieram à mente e, assim, consegui preencher o tempo. A terceira parte foi a que eu creio que vá me prejudicar mais no resultado final. A aplicadora vai sortear um tema (dentre 5 ou 6) e pedir que você fale o máximo possível a respeito, posicionando-se e articulando bem a sua argumentação. A minha pergunta foi simples, mas dava muito pano pra manga:
"Quem deve se empenhar mais: o imigrante ou o país que o recebe?".
Meu motor estava desaquecido. Tive poucas oportunidades (nem me interessei muito em criá-las) de conversar em francês ultimamente, além de ter tido um bocado de coisas a resolver durante essas férias.
Dicas: FALE MUITO EM FRANCÊS, ainda que sozinho. O francês, para esta última etapa da prova, tem que estar MUITÍSSIMO automatizado e você deve hesitar o mínimo possível enquanto fala. Fale e procure se posicionar criticamente a respeito dos mais variados temas possíveis, ainda que você não tenha uma opinião a respeito até mesmo na sua língua materna.
Resumo da obra: O TCF Québec não aprova ou reprova, apenas te diz onde você está na sua aprendizagem. Mergulhe de corpo inteiro no idioma e, permita-me a analogia, não se esqueça de se alongar todos os dias.
O resultado deverá sair em três ou quatro semanas. Assim que o souber, compartilho com vocês.
Abraços e bonne chance pour moi.
Update: Obtive C1 na compreensão escrita, B2 na expressão oral e B1 na compreensão auditiva.
Passei a metade da manhã de hoje fazendo a prova do exame de proficiência TCF - Test de connaissance du français. Como já venho há bastante tempo namorando a possibilidade de imigrar para o Canadá, ou melhor, para o Québec, decidi testar meu francês na modalidade específica chamada TCF Québec, além de querer saber onde realmente está meu nível de francês de acordo com o Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas. Já faz bastante tempo que não faço mais curso de francês e venho dedicando algumas poucas horas diárias à língua de Molière e de tantos outros. Alguns amigos me diziam que estava no B2 (pelo menos na produção oral), e decidi tirar a prova real para saber se tinha regredido muito ou não (é algo inevitável quando se trata de aprender várias línguas estrangeiras. É impossível não perder a fluência ou vocabulário quando não se utiliza o idioma de forma ativa todos os dias).
Há um centro aplicador da prova aqui na minha cidade, a Aliança Francesa Recife e a modalidade TCF Québec é aplicada uma vez por mês, ao contrário do DELF, que só é aplicado uma vez por semestre.
A prova essencialmente é constituída de duas partes: a compreensão auditiva e a expressão oral, mas também pode-se pagar alguns reais a mais e também fazer a compreensão escrita (interpretação textual). A lógica é simples: quanto mais habilidades linguísticas forem testadas (e seu bom desempenho nelas), mais pontos você terá para somar ao seu dossiê. Foi o que eu fiz.
Aqui vou narrar a minha aventura nas três partes. Vejo que, geralmente, os poliglotas que vemos por aí na Internet não costumam falar de seus insucessos, exaltando apenas os êxitos. Entretanto, jamais ousei dizer que sou hiperfluente em todos os idiomas, que tenho nível nativo etc., e, portanto, acho saudável também falarmos de nossas escorregadas, até mesmo para servir de exemplo aos que estão começando só agora a jornada rumo à aprendizagem de língua(s) ou que ainda não fizeram o teste de proficiência em questão. Isso só causaria expectativas irreais a meu respeito, cobranças etc.
Vamos lá?
A compreensão auditiva tem 29 questões, assim como a escrita. Essa etapa da prova dura 25 minutos. Você recebe um gabarito e um livrinho com as opções de resposta de A a D (ou de A a E, não lembro bem). As gravações começam simples e o nível de dificuldade vai aumentando. A primeira questão, por exemplo, tem uma imagem de uma menininha entregando um presente para a mãe e você tem que escolher qual das locuções se refere à imagem. Você ouve diálogos não muito longos. Há sempre uma pergunta no final de cada gravação, e é aí que você deve ler as opções no caderninho para marcar o quadradinho correspondente no gabarito. Como o exame é na modalidade Québec, há algumas poucas gravações em que o sotaque é quebequense. Contudo, grande parte dos locutores falam em francês europeu (França). Apesar de estar mais acostumado ao sotaque europeu, nessas férias dediquei-me quase exclusivamente ao sotaque quebequense da Radio Canada. Não foi uma boa escolha. Tive muita dificuldade de conseguir me acostumar a ele, e talvez tenha perdido um pouco de familiaridade com o europeu.
Dica: Concentre-se majoritariamente a acostumar-se com o standard do francês europeu e ouça muitas gravações em francês desde diálogos no dia a dia a conversas telefônicas, ouvintes ligando para rádio etc. Contudo, não ignore o quebequense por completo.
Já a segunda etapa foi a da compreensão escrita e tem 25 questões. Aqui, você tem que correr contra o tempo. Os textos começam bem simples, desde interpretar para quem ou porque um bilhete ou carta foi escrito, até textos bem longuinhos de propagandas, anúncios, nota de opinião etc. Sempre, é claro, lendo as alternativas no caderninho e assinalando o quadradinho correspondente na folha do gabarito. É aqui que se faz necessária a competência em gêneros linguísticos em língua estrangeira, noções de função de linguagem etc. Se ler em francês fosse algo que eu fizesse todos os dias, talvez não teria tido problemas.
Achei o espaço de tempo curto para cada questão, mas consegui terminar a tempo, faltando poucos minutos para o término da sessão.
ATENÇÃO: A folha do gabarito NÃO vem com o seu nome. Eu quase entregei o gabarito sem minhas informações pessoais preenchidas. Ainda bem que ela me sinalizou antes de receber.
Dica: Leia MUITO! A palavra-chave aqui é AMPLIAÇÃO DE VOCABULÁRIO. Familiarize-se com os diversos gêneros textuais em francês.
Já a terceira e última parte que fiz foi a de expressão oral. A aplicadora da prova vai chamar você para uma sala e, antes de iniciar a prova, perguntará se você já sabe como funcionará aquela etapa, que se divide em três partes, para só então iniciar a sessão. Tudo é gravado e creio que eles mandem para uma comissão julgadora
A primeira parte consiste em você se apresentar, falar de si, de suas paixões e gostos. Enfim, quem você é. Dura aproximadamente 4 minutos. Já na segunda parte desta etapa você tem que formular o máximo de questões possíveis sobre o Québec, a fim de entrevistar a aplicadora. Não tem tema definido, mas há sugestões (paisagens, cultura, cozinha quebequense etc.). Ela te dará alguns minutos (uns 5 minutos, se não me falha a memória) e depois pedirá que você faça as perguntas. Contudo, não se iluda! Ela vai responder de forma bem simples, não se prolongando muito. O objetivo aqui é você fazer o maior número de perguntas possíveis. Caí na besteira de escrever pergunta por pergunta na folhinha, perdendo, assim, bastante tempo pra pensar em várias outras perguntas. Creio que teria economizado tempo se tivesse anotado apenas os tópicos e utilizado a folha apenas para me guiar. Ainda assim, fiz várias outras perguntas que me vieram à mente e, assim, consegui preencher o tempo. A terceira parte foi a que eu creio que vá me prejudicar mais no resultado final. A aplicadora vai sortear um tema (dentre 5 ou 6) e pedir que você fale o máximo possível a respeito, posicionando-se e articulando bem a sua argumentação. A minha pergunta foi simples, mas dava muito pano pra manga:
"Quem deve se empenhar mais: o imigrante ou o país que o recebe?".
Meu motor estava desaquecido. Tive poucas oportunidades (nem me interessei muito em criá-las) de conversar em francês ultimamente, além de ter tido um bocado de coisas a resolver durante essas férias.
Dicas: FALE MUITO EM FRANCÊS, ainda que sozinho. O francês, para esta última etapa da prova, tem que estar MUITÍSSIMO automatizado e você deve hesitar o mínimo possível enquanto fala. Fale e procure se posicionar criticamente a respeito dos mais variados temas possíveis, ainda que você não tenha uma opinião a respeito até mesmo na sua língua materna.
Resumo da obra: O TCF Québec não aprova ou reprova, apenas te diz onde você está na sua aprendizagem. Mergulhe de corpo inteiro no idioma e, permita-me a analogia, não se esqueça de se alongar todos os dias.
O resultado deverá sair em três ou quatro semanas. Assim que o souber, compartilho com vocês.
Abraços e bonne chance pour moi.
Update: Obtive C1 na compreensão escrita, B2 na expressão oral e B1 na compreensão auditiva.
Tuesday, January 13, 2015
[OPORTUNIDADE] Centro de Educação Profissional Jornalista Cristiano Donato divulga edital 2015 de inscrições para cursos de idiomas
Oportunidade para os moradores do Recife.
Desde o dia 04 de janeiro estão abertas as inscrições para cursos profissionalizantes oferecidos pela Prefeitura do Recife, e o Centro de Educação Profissional Jornalista Cristiano Donato está disponibilizando vagas para seus cursos de idiomas. A instituição oferece aulas de inglês, espanhol, francês, italiano, alemão, russo, japonês e árabe.
Para se candidatar a uma vaga, é necessário acessar o site http://qualificarecife.com.br/ , ler o edital e seguir as instruções do site. As inscrições podem ser feitas até o dia 18 de janeiro, e os resultados serão divulgados já no dia 22 do referido mês. O próximo passo é dirigir-se à instituição no período de 26 a 27 e apresentar a seguinte documentação:
Desde o dia 04 de janeiro estão abertas as inscrições para cursos profissionalizantes oferecidos pela Prefeitura do Recife, e o Centro de Educação Profissional Jornalista Cristiano Donato está disponibilizando vagas para seus cursos de idiomas. A instituição oferece aulas de inglês, espanhol, francês, italiano, alemão, russo, japonês e árabe.
Para se candidatar a uma vaga, é necessário acessar o site http://qualificarecife.com.br/ , ler o edital e seguir as instruções do site. As inscrições podem ser feitas até o dia 18 de janeiro, e os resultados serão divulgados já no dia 22 do referido mês. O próximo passo é dirigir-se à instituição no período de 26 a 27 e apresentar a seguinte documentação:
- Carteira de Identidade (RG)
- CPF próprio do candidato, independente da idade;
- Comprovante de escolaridade (Histórico Escolar, Declaração de matrícula para quem ainda está estudando ou Declaração de série cursada), quando exigido;
- Comprovante de Residência;
- 1 (uma) foto 3×4;
Haverá três remanejamentos, a fim de que todas as vagas sejam preenchidas.
As aulas começam no dia 02 de março.
Para maiores informações e demais datas, favor acessar o Qualifica Recife.
Saturday, November 8, 2014
Alemão: onde estou e como vai ser daqui pra frente
Aprender alemão foi uma escolha que demorou a ser feita. Lembro que sempre tive uma relação de curiosidade e repulsa ao idioma em questão. Muito frequentemente me diziam que era uma língua "extremamente difícil" e que "os alemães ainda são um povo muito racista e xenofóbico". Naquela época, eu dava muito ouvido ao que diziam, ainda que com certa desconfiança. Entretanto, nunca quis me dar ao trabalho de confirmar ou desmentir tais afirmações.
Certa vez, lá no ano de 2007, um colega do curso de italiano me emprestou um dicionário de alemão após eu ter-lhe dito que nutria uma certa curiosidade pelo idioma de Göethe. Mas tenho nítidas recordações de que o material ficou por muito tempo na minha estante sem ser utilizado. Sempre que eu o abria, sentia uma certa repulsa por aquelas palavras cheias de consoantes e que cujas grafias chegavam a me dar um "nó na vista". Ainda não era a hora.
Dois anos depois, já na graduação, um de meus professores, o de Latim, mais especificamente, frequentemente contava como foi seu doutorado em Linguística Românica na Alemanha (Apesar de a Alemanha ser um país de língua germânica, possui os melhores cursos de Romanística de toda a Europa). Foi então que me dei conta de que, sim, era hora de encarar o desafio de adquirir uma nova língua estrangeira, pois vislumbrava a possibilidade de ser aceito em algum programa de pós-graduação naquele país. Muito em breve, comecei a adquirir uma vasta gama para aprender alemão: métodos, gramáticas e mais gramáticas, livros-textos etc. No ano seguinte, mais exatamente em 2010, larguei a disciplina eletiva de francês na universidade para poder frequentar as aulas de alemão num centro de idiomas aqui da cidade. Foi um ano difícil. Difícil não só pelo próprio começo da aprendizagem de um novo idioma, como também por causa de várias outras questões pessoais. Foi um ano cinza. Ainda assim, matriculei-me em outro curso de língua alemã após ter dado de cara com um conflito de horários com o da instituição anterior. Apesar de o curso ter custado caro, acabei aproveitando muito pouco por simplesmente não me dedicar, muito menos me expor, à língua alemã fora da sala de aula. 2h30 por semana não é o suficiente para se alcançar um nível digno de fluência em pouco tempo. Enfim, meu foco e prioridades eram outros.
Em 2012, ganhei uma bolsa de estudos pros Estados Unidos. Além de mim, havia mais duas brasileiras, um francês e uma alemã no grupo dos estudantes estrangeiros. Ela era encantadora. Ao demonstrar-lhe meus (tímidos) conhecimentos em alemão até então, conquistei sua simpatia logo no primeiro dia. Contudo, concentrei-me no inglês o máximo que pude, e meu alemão acabou enferrujando. Como os americanos dizem, "If you don't want to lose it, use it!".
Certo dia, fui pego de surpresa ao ter que falar com ela em alemão ao telefone em determinada situação. Fôramos convidados por uma igreja para um jantar com todos os graduandos estrangeiros da cidade. Nos EUA, o mais conveniente é andar de carro, pois tudo pode ser muito longe, e o serviço de transporte da minha cidade era bem moroso. O de Recife, apesar dos pesares, ganha em diversidade de roteiros e opções...
Dois alunos ficaram de dar carona a mim e a meu colega de quarto, já que um amigo que morava no mesmo andar que nós não estava atendendo nossas ligações. Daí, quando os dois outros alunos e eu já estávamos a caminho do carro deles, o meu colega de quarto me ligou e passou pra a minha amiga alemã falar comigo, insistindo que deveria ir com ela e os demais. Pronto, lá estava em saia justa. Como iria fazer pra dizer a ela que agradecia muito a insistência, mas que tudo já estava combinado com os dois colegas? Em poucos instantes, estava eu balbuciando tudo o que conseguia lembrar em alemão. E adivinha só: deu certo! E a sensação de ter conseguido me comunicar em alemão numa situação real de comunicação foi indescritível.
Logo que voltei ao Brasil, estava decidido a retomar minha aprendizagem e logo encontrei maneiras de fazer com que o alemão estivesse presente no meu dia a dia. Encontrei um Tandem (language exchange partner), um professor de Berlin, que trabalhava como professor-leitor lá na universidade. Fiz amizade com um outro alemão aqui na cidade, além de tornar-se bom amigo de um senhor do oeste da Alemanha. Com eles três, meu alemão deu um grande salto, saindo do A2 (iniciante) e aterrissando no B1 (pré-intermediário) em poucos meses. Segui um conselho que colega brasileiro me deu: concentre-se primeiro na competência comunicativa, não na gramatical/linguística. Funcionou e tem funcionado.
Há algumas horas, retornei de um encontro com uma colega alemã que conheci no Encontro de Línguas Recife e fiquei muito feliz com meu desempenho. Óbvio que me faltou vocabulário em determinados momentos (nada que não pudesse ser resolvido com a gentileza e atenção dela), mas, em geral, falamos de vários assuntos dentro dos limites linguísticos em nossas respectivas línguas estrangeiras. Fico feliz por ela ter elogiado minha pronúncia, que era ótima apesar de eu nunca ter viajado para a Alemanha ou ter vivido naquele país. Fico feliz por ter compreendido praticamente tudo o que conversamos, ter aprendido novos vocabulários e ter visto todo meu esforço e dedicação para com o alemão. Porém, ainda estar no nível B1 após cinco anos de estudos é, de alguma maneira, um sinal de que é hora de rever meus planos e prioridades. Tenho cinco filhos, que atendem pelo nome de inglês, italiano, francês, espanhol e alemão. Este último é o que tem exigido mais de mim devido a sua complexidade ser maior do que seus irmãos neolatinos. Visto que meus planos de estudos e vivência no exterior se distanciam cada vez mais da Alemanha, percebi que, a curto e longo prazo, é melhor eu me concentrar no francês. Minha meta é alcançar o nível B2 (intermediário, usuário independente da língua) no idioma de Rousseau e Baudelaire, o que vai ser bem mais rápido agora que aprendi muito sobre como aprender. A língua alemã me fez rever conceitos, repensar ideias e concepções sobre como aprender, mas insistir em demasiado nela seria apenas uma distração perante meus novos planos. Vou regar minha florzinha germânica, mas pretendo cuidar com afinco da minha plantação francesa.
Bem, é isso. E vocês, a quantas anda a aprendizagem da língua estrangeira de vocês? Comenta aí! :D
Sunday, August 31, 2014
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