Thursday, May 5, 2016

[OPORTUNIDADE] Idiomas sem Fronteiras inscreve para cursos presenciais gratuitos de inglês

Estão abertas até 16 de maio as inscrições para cursos presenciais gratuitos de inglês do Programa Idiomas sem Fronteiras (Isf). Os cursos possuem carga horária de 16 horas e são ofertados nas áreas de preparação para exames de certificação internacional, conversão, escrita e leitura acadêmica, dentre outros. As candidaturas devem ser feitas on-line e as aulas, que têm início a partir do dia 27 de maio, serão realizadas pelo Núcleo de Línguas (Nucli) da UFPE.

Podem se inscrever para os cursos alunos de graduação, mestrado e doutorado stricto sensu e servidores da UFPE. Os requisitos para a inscrição incluem ter realizado o Toefl ITP pelo programa IsF e já ter seu resultado publicado no Sistema IsF, já que é o teste que indica em qual nível de curso o aluno deve se matricular.

Os cursos presenciais são ofertados periodicamente pelo IsF e sempre apresentam temas específicos e carga horária variável. As aulas são realizadas no Centro de Artes e Comunicação (CAC) ou no Niate CCB, no Campus Recife, e têm como base um ou dois encontros semanais, nos horários da manhã, tarde ou noite, totalizando quatro horas semanais.

TOEFL ITP – É um exame de nivelamento que visa avaliar a proficiência de falantes não nativos da língua inglesa (não havendo, portanto, aprovação ou reprovação). Os testes avaliam as habilidades em três áreas: compreensão auditiva, expressões escritas e estruturais (gramática) e compreensão escrita (leitura e interpretação de textos). Qualquer aluno ou servidor da UFPE pode realizar a prova gratuitamente, basta acessar o site do IsF e selecionar a data que seja mais conveniente. Cerca de 45 dias após a aplicação do teste, o resultado está disponível on-line e posteriormente um certificado impresso também fica disponível. As inscrições para o exame estão abertas durante todo o semestre, e o procedimento de inscrição é todo feito on-line.

Mais informações
Núcleo de Línguas
contato.nucli.ufpe@gmail.com

Fonte: https://www.ufpe.br/agencia/index.php?option=com_content&view=article&id=55744

[OPORTUNIDADE] Núcleo de Línguas abre 25 vagas para workshop em inglês

Núcleo de Línguas abre 25 vagas para workshop em inglês

O Núcleo de Línguas (Nucli) da UFPE recebe até segunda-feira (9) inscrições para um workshop em desenvolvimento da produção oral em inglês. Serão realizados quatro encontros com duração de três horas cada, no Centro de Artes e Comunicação (CAC), nos quais o professor Rafael Moreira discutirá temas como viagens, mercado de trabalho, educação e preconceito. Como as aulas serão ministradas em inglês, é recomendado que os participantes possuam ao menos nível de inglês pré-intermediário. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por e-mail.

Os interessados devem preencher a ficha de inscrição e enviá-la até as 11h da segunda-feira (9) para contato.nucli.ufpe@gmail.com. Os primeiros 25 candidatos que cumpram o pré-requisito de idioma terão a vaga garantida. As aulas serão realizadas na sala 30 do Centro de Artes e Comunicação (CAC), nos dias 10, 12, 17 e 19 de maio. O evento é aberto a toda a comunidade (dentro e fora da universidade).

Mais informações
Núcleo de Línguas
contato.nucli.ufpe@gmail.com
Fonte: Ascom-UFPE
https://www.ufpe.br/agencia/index.php?option=com_content&view=article&id=55756:nucleo-de-linguas-abre-25-vagas-para-workshop-em-ingles&catid=114&Itemid=72

Tuesday, March 15, 2016

Concurso de vídeo premia com curso de inglês no Reino Unido

Concurso de vídeo premia com curso de inglês no Reino Unido
 
A Newscastle College, na Inglaterra, está promovendo um concurso de vídeos que dará como prêmio um mês de aulas de inglês na instituição. Para concorrer, o interessado deve gravar um vídeo em inglês, de até 45 segundos, explicando porque quer estudar aprender inglês na instituição britânica. O vídeo deve ser postado na página do Facebook da Newcastle, marcando o perfil da instituição, ou no Instagram, com a hashtag #WinEnglishinNewcastle e mencionando o perfil @NewcastleCollegeInternational. Os vídeos devem ser postados até o dia 30 de abril.
Os vencedores serão anunciados no dia 31 de maio. Eles ganharão isenção nas taxas das quatro semanas de aulas de inglês, no valor total de 740 libras, que podem ser realizadas até maio de 2017. O estudante deve arcar com as passagens aéreas, visto, seguro, hospedagem e alimentação.

Fonte: Ascom-UFPE

Tuesday, December 29, 2015

A febre do poliglotismo a curto prazo

Não me levem a mal, mas eu acredito que há uma nova febre tomando conta da comunidade de aprendizagem de línguas na Internet: o poliglotismo a curto prazo.

Durante minha primeira estada nos EUA, acabei descobrindo no Youtube os vídeos de Steve Kaufmann, criador do LingQ. Fiquei encantado pela maneira clara em que ele fala em inglês e comecei, então, a usar os vídeos dele como comprehensive input para melhorar minha compreensão auditiva em inglês, que era muito fraca até o começo dos meus cinco meses de imersão. Os tópicos abordados por ele me interessavam muito, pois tinham a ver com a minha área de formação: ensino e aprendizagem de línguas. Gostava de ver como era a abordagem dele quanto à aprendizagem autodidata de línguas estrangeiras e, com o tempo, fui tomando conhecimento de outros poliglotas (ou multilíngues, como preferir) renomados: Luca Lampariello, Richard Simcott, Benny Lewis, Alex Rawlings e Tim Doner, entre tantos outros. Confesso que já devo ter assistido a quase todos os vídeos dos que mencionei e de alguns outros nem tão conhecidos assim. Aprendi muito com as técnicas de aprendizagem que compartilharam e creio que, pelo que pude perceber, muitos deles aparentam ter um grau considerável de fluência e de proficiência nos idiomas que afirmam falar.

Ao longo desses três últimos anos, contudo, vi um número crescente de outros Youtubers também quererem seu lugar ao sol. Apesar de ser um grande entusiasta da aprendizagem de línguas, acredito que esse desejo desmedido de alcançar o poliglotismo seja perigoso. Vi surgirem challenges e afins, com o intuito de promover a aquisição de uma língua estrangeira em pouco tempo. E se tem algo que não combina com aprendizagem sólida, esse algo é a pressa. Vejo o pessoal querendo ser "fluente" em questões de meses, tentando absorver uma grande quantidade de conteúdo em pouco tempo, ao passo que negligenciam princípios básicos da aprendizagem. Vamos ser realistas: dá, sim, pra alcançar progressos significativos em pouco tempo, porém apenas em se tratando de sair do zero para, muito possivelmente, um nível A2 ou até mesmo chegar em algum ponto do nível B1 em poucos meses. Porém, cruzar a ponte e desenvolver um B2 sólido pode levar, a depender da quantidade de horas e seu grau de dedicação/abdicação pessoal, pelo menos alguns anos se você não estiver imerso na comunidade de falantes da língua-alvo, escutando ativamente, tentando entender o que lhe está sendo dito e querendo comunicar suas ideias aos seus interlocutores.

Se você estiver começando a aprender uma língua estrangeira, não se deixe iludir. Aprender requer tempo, ser fluente ainda mais, e dominar plenamente a língua-alvo, muito mais. Se for embarcar em algum challenge por aí, estabeleça metas realistas. Nenhum método de aprendizagem autodidata de idiomas vai abordar em tão pouco tempo todas as áreas da sua vida na língua estrangeira (clique aqui para ter acesso ao Self Assessment check-list do Quadro Europeu Comum de Referência), muito menos seu cérebro poderá dar significado ao que estudou sem tais conteúdos serem colocados em prática com falantes do idioma.

Sunday, July 19, 2015

Aprender os fonemas do inglês, alemão e espanhol

Olá, pessoal.

Hoje, venho compartilhar um ótimo site para os que tiverem interesse em aprender como pronunciar (e ver como se pronunciam) os sons de três das mais importantes línguas estrangeiras: inglês, alemão e espanhol.

O site da Universidade de Iowa transformou seu antigo website num aplicativo (apenas para o idioma inglês), mas as versões antigas continuam online.
Seguem os links:

English

Deutsch

Español


Fonte: http://soundsofspeech.uiowa.edu/

Thursday, July 16, 2015

Por um ensino de idiomas inclusivo

Nesse novo post contamos com a contribuição mais do que especial do meu amigo e também companheiro de profissão Philipe Araújo. Tive o prazer de conhecê-lo há três anos quando dum evento na Universidade Federal de Pernambuco, no qual ele fez uma apresentação sobre seu intercâmbio acadêmico na Itália. Sempre trocamos muitas ideias em relação à aprendizagem de línguas e demais questões concernentes à nossa área de atuação. Ele tem muito a dizer a respeito.

É com você, Philipe!

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Por um ensino de idiomas inclusivo


O aprendizado de línguas estrangeiras nunca foi prioritário em nosso país. Mesmo no que se refere à língua materna, desde a proibição do nheengatu, em 1758, até o normativismo tradicionalista de nossos dias, a língua da maior parte da população sempre foi proibida, classificada como “errada”, ou cruelmente extinta.
Até a década passada, poderia se dizer que em um país de dimensões continentais como o nosso não haveria necessidade de aprender outras línguas para os mais pobres. Um brasileiro de classe baixa, ou seja, mais da metade da população àquela época, poderia muito bem passar a vida inteira sem precisar aprender uma palavra em outro idioma. Já para os filhos dos barões, é claro, francês era fundamental para as viagens à Europa.
Com a “globalização” do novo milênio, porém, aprender a língua dos donos do mundo virou não somente um must para a classe média tradicional, como necessidade para parcela considerável da nova classe trabalhadora.


No entanto, é triste notar que, a despeito da real necessidade econômica e social de o país se comunicar com o mundo, o governo brasileiro não investe em ensino de línguas estrangeiras para todos. Mesmo o inovador programa de ensino Idiomas sem Fronteiras, com cursos custeados pelo governo em 10 línguas, criado na gestão passada, beneficia apenas alunos de ensino superior e funcionários de instituições federais. Isso num cenário em que mais de 80% dos universitários brasileiros estão na rede privada. Em outras palavras, o governo federal tem oferecido milhares de vagas em cursos de idiomas gratuitos para o topo da pirâmide educacional.
Já nas esferas de ensino público estadual e municipal, responsáveis pelos ensinos fundamental e médio, a realidade é outra. Às vezes faltam professores de línguas estrangeiras. E mesmo quando há professores, faltam condições para o ensino. Salas lotadas, falta de material, infraestrutura precária, tempo de aula insuficiente… A lista de problemas a enfrentar é tão grande, que surpreende alguns professores conseguirem ir além do verbo to be.  


Num país esfacelado pela desigualdade, os ricos aprendem inglês e francês desde pequenos em escolas bilíngues de mensalidades exorbitantes, para desfrutar ao máximo as viagens a Miami e a Paris. A classe média se contenta em colocar os filhos adolescentes nos cursos de idiomas dos bairros nobres.
À classe trabalhadora, estrangulada, com chances remotas de acesso ao ensino superior, e cada vez mais esmagada pela necessidade de comprovar alguma qualificação para lutar por uma vaga de emprego em tempos de recessão, não resta outro caminho senão esses mesmos cursos de idiomas elitistas. Com mensalidades que não raro chegam quase à metade de um salário mínimo e cursos longos, que às vezes chegam a sete anos de duração, não demora muito para que os mais pobres se percebam destituídos do direito de aprender. Se dividir entre o trabalho, a família e as aulas não é fácil. Menos ainda em grandes metrópoles como Recife, onde o trajeto de casa ao trabalho pode levar mais de duas horas.


A atmosfera de desesperança, é claro, atinge igualmente a nós, professores. Somos extremamente desvalorizados, seja na rede pública, seja na rede privada. Cenário comum: numa turma de doze, a mensalidade de um só aluno já é maior que o pagamento que o professor receberá por aquela turma. Se você é aluno de um curso de idiomas, pergunte ao seu professor quanto ele recebe. Chegar a R$30/hora é um luxo! Ademais, a perspectiva de crescimento na carreira é quase insignificante e a liberdade de criar é extremamente limitada.
Aos professores migalhas, aos donos das grandes franquias, novas escolas para lucrar mais a cada ano.


Apesar de tantos problemas, não serviria de nada perder todas as esperanças e desistir. É possível criar para os professores, condições mais dignas, a valorização profissional e o reconhecimento que todos merecemos e a liberdade de planejar as aulas e participar de forma democrática das decisões pedagógicas. Para os alunos, mensalidades justas, que diminuem à medida que cresce o número de alunos. Além disso, a libertadora possibilidade de estudar onde e quando tiverem disponibilidade, e conforme a metodologia com a qual se sentirem mais confortáveis.
É preciso valorizar os bons exemplos. Se você pensa em estudar um idioma em algum curso, leve em conta também quanto ganham os professores. Se você percebeu que faltam professores de idiomas nas escolas públicas, denuncie. A situação só pode mudar quando o problema for reconhecido como de todos nós.


Philipe Araújo é pesquisador na área de ensino de inglês como língua estrangeira e tem certificações de proficiência internacionais em língua inglesa (C1) e língua italiana (C2). Atualmente, trabalha como professor-pesquisador bolsista da CAPES no Núcleo de Línguas Idiomas sem Fronteiras da UFPE. É graduando no oitavo período de Licenciatura em Língua Inglesa. Cursou Didática das Línguas Modernas e Linguística Italiana em intercâmbio na Università Roma Tre (2012), na Itália, obtendo certificação de proficiência em italiano em nível C2 (avançado), reconhecida pelo governo italiano. Em 2013, obteve certificação internacional como aplicador do TOEFL ITP, e no momento atua como aplicador do TOEFL na UFPE. Suas pesquisas concentram-se nas áreas de Didática das Línguas, Língua e Relações Sociais, Linguística Aplicada e Argumentação. Atua também como professor privado de língua portuguesa, inglesa e italiana para jovens e adultos. Participou como voluntário de uma série de projetos de inclusão social e divulga sua produção acadêmica em eventos ligados à Educação, ao Ensino de Línguas, Linguística e Literatura.

Thursday, April 16, 2015

Feira EducationUSA será realizada pela primeira vez em Pernambuco

[Divulgando]

Feira EducationUSA será realizada pela primeira vez em Pernambuco
Da assessoria do evento


Na próxima quinta-feira (23), será realizada no Recife a primeira edição da Feira EducationUSA, única feira exclusiva para estudos nos Estados Unidos. O evento vai reunir representantes de mais de 29 universidades americanas, além da Embaixada e do Consulado dos Estados Unidos. O evento acontecerá no Hotel Transamérica Prestige, das 17h às 20h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do EducationUSA Brasil. Universidades como University of California San Diego, Florida StateUniversity, New York University, University of Colorado Boulder e muitas outras instituições irão expor programas que incluem cursos de graduação, pós-graduação (mestrado e doutorado) e inglês intensivo.

Segundo a coordenadora do EducationUSA Recife/ABA Global Career Center, Danyelle Marina, o objetivo é oferecer aos interessados de toda a Região Nordeste a oportunidade de conversar diretamente com esses representantes sobre o processo de admissão nestas universidades, como funciona a vida acadêmica de cada uma delas e começar a organizar o plano de estudar no exterior. A feira já acontece faz mais de dez anos no Rio, São Paulo e Brasília, onde, todo ano, atrai mais de 5 mil estudantes. A iniciativa de realizar o evento em Pernambuco é do Escritório EducationUSA/ABA Global Career Center.

BOLSAS DE ESTUDOS – Além de expositores, a Feira EducationUSA terá uma programação de palestras sobre o Ciência sem Fronteiras (com representante da Laspau), programa do governo brasileiro que oferece bolsas de graduação e doutorado no exterior para brasileiros, além de palestras com representantes do consulado americano sobre como tirar o visto de estudante. O Circuito Brasileiro de Feiras EducationUSA vai passar ainda por Belo Horizonte (22 de abril), Fortaleza (25 de abril), Belém (27 de abril) e Campinas (30 de abril).

Danyelle Marina ressalta que a Feira EducationUSA chega ao Recife num momento em que cada vez mais estudantes brasileiros pleiteiam vagas em faculdades fora do país. A coordenadora, que é a orientadora do EducationUSA no Estado e prepara as pessoas interessadas em estudar nos EUA, considera que atualmente mais e mais alunos têm buscado diversificar suas oportunidades e sonhar alto, inscrevendo-se para universidades que são referência no mundo.

No ano letivo 2013/2014, havia 5.097 brasileiros fazendo graduação completa nos Estados Unidos – um crescimento de 9% em relação ao ano anterior, segundo o Instituto de Educação Internacional. Considerando ainda intercâmbios, cursos de especialização e pós-graduação, a presença brasileira em ambientes de ensino americanos teve aumento de 22%, inferior apenas ao do Kuwait (43%).

Mais informações
EducationUSA
(81) 3427.8822/8823

Fonte: Ascom-UFPE